Extremos do consumo em Miami e uma boa Brand Experience
No meu último dia em Miami, visitei lugares interessantes para fazer compras e ver as diferentes experiências de consumo que a cidade oferece.
Como sabia que tinha pouco tempo, escolhi 2 lugares extremos para conhecer. O primeiro foi o Bal Harbour Shops, uma espécie de Shopping Iguatemi/Daslu de Miami (http://www.balharbourshops.com/). O Bal Harbour tem lojas de praticamente todas as grandes grifes do mercado de luxo mundial (Gucci, Armani, Louis Vuitton, Cartier etc) e um atendimento naturalmente de alto nível. Ao olhar uma loja por exemplo (no espírito “só estou dando uma olhadinha”) o vendedor me abordou e eu disse a ele que estava, na verdade, procurando uma outra loja (chutei “Armani”, só pra despista-lo). Para minha surpresa ele saiu da loja e me pediu para acompanhá-lo até a porta da loja da Armani. Esse nível de serviço, nem no Iguatemi.
No outro extremo, visitei o Bayside Marketplace (www.baysidemarketplace.com/html) que é um shopping mais popular: maior parte ao ar livre, carrinho de pipoca, feirinha de camelôs vendendo ímãs e camisetas de golfinhos ou flamingos no espírito “eu fui pra Miami” e gente pra tudo o que é lado. O Shopping coloca até várias placas com as “Regras de etiqueta” para freqüenta-lo, do tipo “não usar linguajar nem fazer gestos obscenos”, “não ficar sem camisa” e “não portar armas”.
Mas o que valeu realmente a pena no Bayside foi descobrir a loja do Discovery Channel. Convenhamos que os Estados Unidos são um um país competente em criar e vender produtos licenciados por marcas queridas. Desde uma Disney Store até uma Coca-Cola Store tudo parece vender bem lá. Mas a loja do Discovery Channel vai além do mero licensing desenfreado, ela é um belo exemplo de marketing de experiência. Primeiro porque trata-se de uma loja de um canal de televisão com um tema totalmente virtual e ao mesmo tempo riquíssimo. A loja abrange tanto o Discovery tradicional quanto suas versões Kids e Home&Health. Desde os óbvios DVD´s de programas transmitidos, binóculos, telescópios e livros sobre o lado mais interessante do conhecimento humano a loja é uma espécie de laboratório do professor Pardal, principalmente na seção de brinquedos. Exemplos de produtos que eu vi por lá: vasilha pra cachorro que apita quando a água acaba, ímãs que gritam quando se encostam, radar de velocidade portátil para crianças, kits para montar colônias de formigas, cofrinho de guardar moedas que abre com reconhecimento de voz e um relógio que funciona a base de Cola-cola e suco de frutas.
Vale ressaltar que a loja em si é muito simples, nada de incrível na decoração e nem corners temáticos. Mas é muito interessante ver o critério por detrás da escolha de produtos tão diferentes, fabricados por empresas tão diferentes, de forma que todos eles tenham algo em comum. E esse algo em comum é o que fortalece a marca do Discovery Channel na sua cabeça enquanto você passeia pela loja. Ao chegar no Brasil vi que, além de lojas em 32 Estados americanos, eles têm uma loja virtual no http://shopping.discovery.com/ , caso alguém tenha interesse de conhecer mais sobre esse bom exemplo de extensão de marca.
Como sabia que tinha pouco tempo, escolhi 2 lugares extremos para conhecer. O primeiro foi o Bal Harbour Shops, uma espécie de Shopping Iguatemi/Daslu de Miami (http://www.balharbourshops.com/). O Bal Harbour tem lojas de praticamente todas as grandes grifes do mercado de luxo mundial (Gucci, Armani, Louis Vuitton, Cartier etc) e um atendimento naturalmente de alto nível. Ao olhar uma loja por exemplo (no espírito “só estou dando uma olhadinha”) o vendedor me abordou e eu disse a ele que estava, na verdade, procurando uma outra loja (chutei “Armani”, só pra despista-lo). Para minha surpresa ele saiu da loja e me pediu para acompanhá-lo até a porta da loja da Armani. Esse nível de serviço, nem no Iguatemi.
Mas o que valeu realmente a pena no Bayside foi descobrir a loja do Discovery Channel. Convenhamos que os Estados Unidos são um um país competente em criar e vender produtos licenciados por marcas queridas. Desde uma Disney Store até uma Coca-Cola Store tudo parece vender bem lá. Mas a loja do Discovery Channel vai além do mero licensing desenfreado, ela é um belo exemplo de marketing de experiência. Primeiro porque trata-se de uma loja de um canal de televisão com um tema totalmente virtual e ao mesmo tempo riquíssimo. A loja abrange tanto o Discovery tradicional quanto suas versões Kids e Home&Health. Desde os óbvios DVD´s de programas transmitidos, binóculos, telescópios e livros sobre o lado mais interessante do conhecimento humano a loja é uma espécie de laboratório do professor Pardal, principalmente na seção de brinquedos. Exemplos de produtos que eu vi por lá: vasilha pra cachorro que apita quando a água acaba, ímãs que gritam quando se encostam, radar de velocidade portátil para crianças, kits para montar colônias de formigas, cofrinho de guardar moedas que abre com reconhecimento de voz e um relógio que funciona a base de Cola-cola e suco de frutas.
Vale ressaltar que a loja em si é muito simples, nada de incrível na decoração e nem corners temáticos. Mas é muito interessante ver o critério por detrás da escolha de produtos tão diferentes, fabricados por empresas tão diferentes, de forma que todos eles tenham algo em comum. E esse algo em comum é o que fortalece a marca do Discovery Channel na sua cabeça enquanto você passeia pela loja. Ao chegar no Brasil vi que, além de lojas em 32 Estados americanos, eles têm uma loja virtual no http://shopping.discovery.com/ , caso alguém tenha interesse de conhecer mais sobre esse bom exemplo de extensão de marca.
1 Comentários:
Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....Que situaçoes curiosas! Agora é esperar na ESPM.
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