Qual é a graça?
A primeira vez que eu ouvi falar sobre uma conferência de planejamento foi em 1999. Eu estava na Loducca, a Marina Campos era diretora e foi, se não me engano, para San Diego e, se não me engano de novo, por indicação de uma planner da Lowe em NY.
Quando voltou, me falou de um curso de planejamento numa tal Miami Ad School. Eu fui lá, fiz e foi uma maravilha. Desde então, nunca deixou de ter alguém do Brasil por lá.
E assim como a gente ficou sabendo sobre o Bootcamp, conhecemos também a VCU e os workshops da Headmint e Red Spider; cases que não chegariam por aqui como Google Recruitment, Molson Canadian Beer e um monte de coisas do Jay Chiat Planning Awards; empresas de planejamento fora das agências como Eat the Big Fish e The Curious Company e planners nessa mesma condição, como o Russel Davies na Nike; paralelos malucos com planejamento, como política e estatística; fora os livros, os slides bacanas que servem de inspiração e as pessoas que se conhece.
Agora, para mim, mais do que tudo isso, o melhor é atualizar a pauta, a agenda, as questões. Que assuntos e perguntas parecem mais importantes para os planejadores de lá hoje? Por quê? Já foi a internet, a eficiência, a criatividade a cabeça dos americanos (se bem que esse tema faliu o APG de lá).
Esse ano é o da inspiração: Spark. A conferir.
(Mas, de um jeito ou de outro, sempre acaba valendo a pena.)
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