Planejamento do bem
Concordo com o Dani quando ele diz que prêmio é uma coisa bacana.
Prêmio é um incentivo, é um jeito de dar valor ao que é bom e, com isso, um jeito de estabelecer critérios sobre o que exatamente é bom. E tudo isso é muito bacana.
Mas, bacana mesmo é quando um prêmio vai pra uma causa tão bonita que só ela já seria merecedora de muitos prêmios.
O Gold Winner do prêmio do APG no ano passado foi o case da “Campanha de Adoção de Crianças nos EUA”.
O desafio lançado pelo “Ad Council” era grande: a campanha tinha que ajudar a aumentar o interesse pela adoção de crianças, inclusive as não tão pequenas assim com 8 anos +.
Mas, depois de estudar a questão, Michael Doody, Steve Doppelt e Domenico Vitale, da agência Kirshenbaum Bond, perceberam que mesmo os “potenciais pais” já com interesse em adotar uma criança não davam continuidade no processo.
Ou seja, o interesse desses pais não era convertido em ação. E esse era o maior problema.
Eles então foram investigar as barreiras que impediam os possíveis pais de seguirem em frente. E aí fizeram uma descoberta que esclareceu tudo, inclusive o caminho que a estratégia deveria seguir: os pais em potencial tinham medo de “falhar” com seus filhos adotivos.
Ou seja, esses casais acreditavam que tinham que ser perfeitos para adotar uma criança. E, ninguém se achava tão perfeito assim.
Daí pra idéia estratégica foi um pulo.
“Vocês não precisam ser super-pais. Se você tem um pouquinho de paciência e seu coração bate mais forte quando vê uma criança carente, você provavelmente está pronto para isso...”
Enfim, você não precisa ser perfeito para ser um pai adotivo.
Uma das idéias criativas seguiu exatamente essa linha e divulgou “Você não precisa ser um herói para ser um herói.”
Bingo!
Em menos de um ano 1.955 crianças foram adotadas, os telefonemas interessados triplicaram e 22% mais prospect-pais estão participando do processo até o fim.
As crianças agradecem, a publicidade agradece e eu também.
(Vale a pena dar uma olhada no case na íntegra! O Dani botou o link no último post dele.)
Prêmio é um incentivo, é um jeito de dar valor ao que é bom e, com isso, um jeito de estabelecer critérios sobre o que exatamente é bom. E tudo isso é muito bacana.
Mas, bacana mesmo é quando um prêmio vai pra uma causa tão bonita que só ela já seria merecedora de muitos prêmios.
O Gold Winner do prêmio do APG no ano passado foi o case da “Campanha de Adoção de Crianças nos EUA”.
O desafio lançado pelo “Ad Council” era grande: a campanha tinha que ajudar a aumentar o interesse pela adoção de crianças, inclusive as não tão pequenas assim com 8 anos +.
Mas, depois de estudar a questão, Michael Doody, Steve Doppelt e Domenico Vitale, da agência Kirshenbaum Bond, perceberam que mesmo os “potenciais pais” já com interesse em adotar uma criança não davam continuidade no processo.
Ou seja, o interesse desses pais não era convertido em ação. E esse era o maior problema.
Eles então foram investigar as barreiras que impediam os possíveis pais de seguirem em frente. E aí fizeram uma descoberta que esclareceu tudo, inclusive o caminho que a estratégia deveria seguir: os pais em potencial tinham medo de “falhar” com seus filhos adotivos.
Ou seja, esses casais acreditavam que tinham que ser perfeitos para adotar uma criança. E, ninguém se achava tão perfeito assim.
Daí pra idéia estratégica foi um pulo.
“Vocês não precisam ser super-pais. Se você tem um pouquinho de paciência e seu coração bate mais forte quando vê uma criança carente, você provavelmente está pronto para isso...”
Enfim, você não precisa ser perfeito para ser um pai adotivo.
Uma das idéias criativas seguiu exatamente essa linha e divulgou “Você não precisa ser um herói para ser um herói.”Bingo!
Em menos de um ano 1.955 crianças foram adotadas, os telefonemas interessados triplicaram e 22% mais prospect-pais estão participando do processo até o fim.
As crianças agradecem, a publicidade agradece e eu também.
(Vale a pena dar uma olhada no case na íntegra! O Dani botou o link no último post dele.)
1 Comentários:
Esse case inspirou a gente a criar um briefing "social" na JWT, pra criação trabalhar e depois verificarmos que marca estaria disposta a bancar. Aguardemos...
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