O que é bom para os Estados Unidos...
Se eu fizer um revival básico, o que mais me recordo do evento de Chicago no ano passado foi a dor de cotovelo pós-evento. Sim, fiquei com uma bela inveja branca só de ver os profissionais americanos usando todo seu potencial de planejamento estratégico no gerenciamento de suas marcas.
A defasagem de realidades é imensa; lá as ferramentas são inúmeras, a senioridade no assunto branding, planning e quetais dos anunciantes e agências é absurdamente alta, as possibilidades florescem em árvores e, ainda melhor, a informação para gerenciar isso tudo está disponível.
No evento passado tive uma leitura límpida do gap estratégico e da dinâmica do nosso mercado em relação ao americano. Não nos esqueçamos que, o que vamos ouvir por lá, é reflexo da realidade americana e que está um pouco longe da nossa aqui. O que para eles é realidade, para nós ainda trafega na tendência.
Mas a premissa não é só pessimista não. Podemos contar com a velocidade da obsolescência do mundo de hoje e, talvez, talvez consigamos fazer o "catch up" do mercado brasileiro nos próximos 2 anos.
Por enquanto, vou afirmar com o "trocadalho": nem sempre o que se aplica para os Estados Unidos, se replica para o Brasil. Vamos ver se vou morder a língua no pós-evento deste ano... Me façam essa cobrança!
A defasagem de realidades é imensa; lá as ferramentas são inúmeras, a senioridade no assunto branding, planning e quetais dos anunciantes e agências é absurdamente alta, as possibilidades florescem em árvores e, ainda melhor, a informação para gerenciar isso tudo está disponível.
No evento passado tive uma leitura límpida do gap estratégico e da dinâmica do nosso mercado em relação ao americano. Não nos esqueçamos que, o que vamos ouvir por lá, é reflexo da realidade americana e que está um pouco longe da nossa aqui. O que para eles é realidade, para nós ainda trafega na tendência.
Mas a premissa não é só pessimista não. Podemos contar com a velocidade da obsolescência do mundo de hoje e, talvez, talvez consigamos fazer o "catch up" do mercado brasileiro nos próximos 2 anos.
Por enquanto, vou afirmar com o "trocadalho": nem sempre o que se aplica para os Estados Unidos, se replica para o Brasil. Vamos ver se vou morder a língua no pós-evento deste ano... Me façam essa cobrança!
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