A marqueteira e o brincalhão
Segue um suscinto balanço da segunda-feira. Terminado o primeiro dia minha impressão é dúbia com relação a essa conferência.
É uma impressão positiva pois estamos todos tendo o melhor contato possível com a elite do planejamento americano e, por quê não dizer mundial. Sendo assim seus cases, experiências e formas de ver as coisas nos ajudam a pensar em como trabalhamos no nosso dia a dia: se, como e quando vamos aplicar esse tipo de conhecimento ou abordagem nos clientes do Brasil. Vale aqui também comentar a honrosa oportunidade de conhecer pessoalmente e poder interagir com planners de várias agências do Brasil.
Mas ao mesmo tempo é uma impressão negativa pois nada do que vi no dia de hoje me impressionou profundamente. Claro que o Chuck Porter mandou bem, mas os criativos do primeiro painel não estavam nem aí pros 700 planners do auditório. Já os pesquiseiros do segundo painel mostaram coisas lindas na teoria, mas que na prática sabemos que nem sempre é assim. Quanto às breakout sessions, assisti duas bem ruins: a do cara da Digitas e a do Russel Davies: ambos enrolaram, ambos não disseram nada além do óbvio e ambos venderam a empresa pra platéia.
Justamente o que salvou o dia, pelo menos pra mim, foram as 2 palestras dos NÃO planners que vieram dar sua visão para nós: a Ann Hand, vice presidente de MKT da BP - British Petroleum e o Richard Tait, fundador da Cranium.
Acho que amanhã será melhor. Acredito que vários planners vão impressionar a platéia e se juntar aos nossos colegas que mandaram bem: a marqueteira e o fabricante de brinquedos.
Pra finalizar, a única coisa weird de hoje foi ver meu "parente" da BBH de NY, fazer a apresentação do case vencedor de AXE usando um roupão laranja. Mas segue o jogo...
Amanhã tem mais.
É uma impressão positiva pois estamos todos tendo o melhor contato possível com a elite do planejamento americano e, por quê não dizer mundial. Sendo assim seus cases, experiências e formas de ver as coisas nos ajudam a pensar em como trabalhamos no nosso dia a dia: se, como e quando vamos aplicar esse tipo de conhecimento ou abordagem nos clientes do Brasil. Vale aqui também comentar a honrosa oportunidade de conhecer pessoalmente e poder interagir com planners de várias agências do Brasil.
Mas ao mesmo tempo é uma impressão negativa pois nada do que vi no dia de hoje me impressionou profundamente. Claro que o Chuck Porter mandou bem, mas os criativos do primeiro painel não estavam nem aí pros 700 planners do auditório. Já os pesquiseiros do segundo painel mostaram coisas lindas na teoria, mas que na prática sabemos que nem sempre é assim. Quanto às breakout sessions, assisti duas bem ruins: a do cara da Digitas e a do Russel Davies: ambos enrolaram, ambos não disseram nada além do óbvio e ambos venderam a empresa pra platéia.
Justamente o que salvou o dia, pelo menos pra mim, foram as 2 palestras dos NÃO planners que vieram dar sua visão para nós: a Ann Hand, vice presidente de MKT da BP - British Petroleum e o Richard Tait, fundador da Cranium.
Acho que amanhã será melhor. Acredito que vários planners vão impressionar a platéia e se juntar aos nossos colegas que mandaram bem: a marqueteira e o fabricante de brinquedos.
Pra finalizar, a única coisa weird de hoje foi ver meu "parente" da BBH de NY, fazer a apresentação do case vencedor de AXE usando um roupão laranja. Mas segue o jogo...
Amanhã tem mais.
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