Global Branding pelos ares
"O mundo nao est'a mudando, o mundo j'a mudou!".
Assim come'cou a Breakout Session "Alternative Ways to Global Brand" com Julie Liss e Suzanne Powers da TBWA/Chiat/Day.
E, de que mudancas exatamente Suzanne est'a falando?
No que diz respeito a m'idia, o consumidor foi do "consumo" para o "controle, interacao e criacao".
Com a tecnologia, o usu'ario deixou de ter uma "relacao funcional" para ter uma "relacao emocional" (Beeem emocional, ali'as)
E quanto ao proprio consumidor, ele deixou de ser um so "individuo" para ser parte de uma (ou mais) "comunidade".
Mas, e os tais "Alternatives Ways to Global Branding" nesse contexto?
Pra ser breve: a solucao sao grandes ideias. Grandes a ponto de transcederem a cultura local ou nao caberem num guide line.
Todos os exemplos que Julie e Suzanne trouxeram tinham um conceito forte o bastante pra sobreviver as "adaptacoes" locais sem perder o sentido, e sobretudo, tinham nas suas campanhas ideias enderecadas as mudancas do mundo que iniciaram a palestra das duas planejadoras.
Pedigree, Adidas, Starburst (nao confunda com Starbucks!) foram marcas que fizeram desde eventos pra fazer pirulito ser socialmente aceito num mercado onde ele era "renegado", um cafe / bar" para cachorro em Paris, at'e colocarem o consumidor numa bola gigante e atirarem ambos a muitos metros de altura.
É a tal da Brand Experience.
Mas, Global?
Sim, eu diria que jogar o consumidor pelos ares com certeza 'e eficiente em qualquer mercado.
Assim come'cou a Breakout Session "Alternative Ways to Global Brand" com Julie Liss e Suzanne Powers da TBWA/Chiat/Day.
E, de que mudancas exatamente Suzanne est'a falando?
No que diz respeito a m'idia, o consumidor foi do "consumo" para o "controle, interacao e criacao".
Com a tecnologia, o usu'ario deixou de ter uma "relacao funcional" para ter uma "relacao emocional" (Beeem emocional, ali'as)
E quanto ao proprio consumidor, ele deixou de ser um so "individuo" para ser parte de uma (ou mais) "comunidade".
Mas, e os tais "Alternatives Ways to Global Branding" nesse contexto?
Pra ser breve: a solucao sao grandes ideias. Grandes a ponto de transcederem a cultura local ou nao caberem num guide line.
Todos os exemplos que Julie e Suzanne trouxeram tinham um conceito forte o bastante pra sobreviver as "adaptacoes" locais sem perder o sentido, e sobretudo, tinham nas suas campanhas ideias enderecadas as mudancas do mundo que iniciaram a palestra das duas planejadoras.
Pedigree, Adidas, Starburst (nao confunda com Starbucks!) foram marcas que fizeram desde eventos pra fazer pirulito ser socialmente aceito num mercado onde ele era "renegado", um cafe / bar" para cachorro em Paris, at'e colocarem o consumidor numa bola gigante e atirarem ambos a muitos metros de altura.
É a tal da Brand Experience.
Mas, Global?
Sim, eu diria que jogar o consumidor pelos ares com certeza 'e eficiente em qualquer mercado.
2 Comentários:
Bel,
nao eh purina, eh PEDIGREE!
Foi mto choque termico de hotel pra sol de Miami ne?
:)
Hahahahahahahahahahaha!!!
É meeeeeeeeeeesmo!!! Vixi, muito sol na cabeça dá nisso!!
Mas, bom ver que você tava atenta!! ;-)
Beijo!
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