Breakout Session #1
Demorei muito mais do que imaginava pra terminar o post. Primeiro, porque tive de sair correndo pra uma reunião. Segundo, porque percebi que é bem difícil comentar as sessões no escuro, sem um pouco mais de informação sobre como as sessões foram estruturadas (pode ser a apresentação de um estudo de caso, pode ser um apanhado de teorias, pode ser um raciocínio com base em uma pesquisa etc). Em outras palavras: não queria julgar livros pela capa, mas como capas são tudo o que temos por enquanto, lá vai.
Segunda-Feira, primeira sessão (1:30PM)
Writing an Award Winning Paper
Adrian Ho, Fallon
William Charnock, JWT
É raro que as breakout sessions abordem assuntos relacionados a carreira, e bacana essa idéia que essa dupla está propondo. Vai ser bacana se for recheada de exemplos bem diversos (não acho que eles vão se arriscar a propor "O" jeito certo de escrever um case para uma platéria de planners, mas sempre há um risco). De toda forma, parece uma sessão fácil de entender quando chegar o CD-Rom com todas as apresentações (ano passado acho que ele chegou em setembro, se não tô enganado).
Alternative Ways to Global Branding
Julie Liss, TBWA\Chiat\Day LA
Suzanne Powers TBWA\Chiat\Day NY
Essa me deixou curioso. O que seriam as Alternative Ways? E qual a implicação delas para o nosso trabalho? Ano passado, a própria TBWA mostrou em uma Breakout Session sobre Disruption a proposta de um planejamento cooperado entre vários escritórios, e foi bem bacana. Acho que esta alternativa pode dar jogo.
Why Neuro Marketing is Wrong
Mark Earls, Ogilvy & Mather
A Bel disse tudo o que eu tinha pra dizer no post dela.
Eu acho que essa escolha é arriscada demais.
The Word of Mouth Marketing Revolution 2.0
Cathy Clift, Rapp Collins
David Rabjohns, Motivequest
Taí um tema que dá muito pano pra manga: Marketing Viral. Se for uma teorização em cima a sessão for pro lado da teoria, vamos torcer pra que essa dupla seja brilhante... Se faltar idéia, resta torcer pra que seja bem rico em exemplos brilhantes e inéditos (eu não ficaria feliz em ver um videozinho viral meia-boca acompanhado de um monte de estatísticas provando que ele deu certo).
Planning in the Digital World
George Scribner, Digitas
Baita assunto amplo... Acho que o que pode fazer a diferença, aqui, é o ponto de vista do cara que vai falar. Se ele tiver uma idéia realmente nova, bacana, diferente, pode ser muito bacana. Pra ter alguma idéia, fui atrás do George Scribner no Google e não achei nada. Só achei menção dele em Press Releases e no site da conferência. Aí entrei no site da Digitas, cuja apresentação institucional começa assim: "DIGITAS is one of the country’s leading digital and direct marketing agencies. Founded in 1980...". Se a contribuição deles para o tal mundo digital for só coisas quadradas desse tipo, tô passando longe.
Acho que a minha candidata mais forte é a "Alternative Ways to Global Branding". Vou procurar saber mais sobre ela. Se alguém tiver algum cheiro do que se trata (ela ou as outras), manda pra gente, por favor.
Amanhã comento as opções da segunda breakout session.
Segunda-Feira, primeira sessão (1:30PM)
Writing an Award Winning Paper
Adrian Ho, Fallon
William Charnock, JWT
É raro que as breakout sessions abordem assuntos relacionados a carreira, e bacana essa idéia que essa dupla está propondo. Vai ser bacana se for recheada de exemplos bem diversos (não acho que eles vão se arriscar a propor "O" jeito certo de escrever um case para uma platéria de planners, mas sempre há um risco). De toda forma, parece uma sessão fácil de entender quando chegar o CD-Rom com todas as apresentações (ano passado acho que ele chegou em setembro, se não tô enganado).
Alternative Ways to Global Branding
Julie Liss, TBWA\Chiat\Day LA
Suzanne Powers TBWA\Chiat\Day NY
Essa me deixou curioso. O que seriam as Alternative Ways? E qual a implicação delas para o nosso trabalho? Ano passado, a própria TBWA mostrou em uma Breakout Session sobre Disruption a proposta de um planejamento cooperado entre vários escritórios, e foi bem bacana. Acho que esta alternativa pode dar jogo.
Why Neuro Marketing is Wrong
Mark Earls, Ogilvy & Mather
A Bel disse tudo o que eu tinha pra dizer no post dela.
Eu acho que essa escolha é arriscada demais.
The Word of Mouth Marketing Revolution 2.0
Cathy Clift, Rapp Collins
David Rabjohns, Motivequest
Taí um tema que dá muito pano pra manga: Marketing Viral. Se for uma teorização em cima a sessão for pro lado da teoria, vamos torcer pra que essa dupla seja brilhante... Se faltar idéia, resta torcer pra que seja bem rico em exemplos brilhantes e inéditos (eu não ficaria feliz em ver um videozinho viral meia-boca acompanhado de um monte de estatísticas provando que ele deu certo).
Planning in the Digital World
George Scribner, Digitas
Baita assunto amplo... Acho que o que pode fazer a diferença, aqui, é o ponto de vista do cara que vai falar. Se ele tiver uma idéia realmente nova, bacana, diferente, pode ser muito bacana. Pra ter alguma idéia, fui atrás do George Scribner no Google e não achei nada. Só achei menção dele em Press Releases e no site da conferência. Aí entrei no site da Digitas, cuja apresentação institucional começa assim: "DIGITAS is one of the country’s leading digital and direct marketing agencies. Founded in 1980...". Se a contribuição deles para o tal mundo digital for só coisas quadradas desse tipo, tô passando longe.
Acho que a minha candidata mais forte é a "Alternative Ways to Global Branding". Vou procurar saber mais sobre ela. Se alguém tiver algum cheiro do que se trata (ela ou as outras), manda pra gente, por favor.
Amanhã comento as opções da segunda breakout session.
1 Comentários:
Ro, ano passado fui na breakout da dupla Motivequest e Rapp Collins, a Word of Mouth Revolution. Foi daquelas que a gente sai passando mal de raiva porque o título era incrível e o conteúdo xis. Panfletária, a sessão era pura propaganda da ferramenta da Motivequest, um software que mede as forças, as fraquezas, o charme e o diabo em blogs. Eles têm uma matriz e o software faz um rapa nos blogs e foruns (Google Groups, mais especificamente) e é isso. Só que a gente sabe que tem gente que é paga pra alimentar a web com comentários positivos sobre marcas e produtos. E a gente sabe também que quando um blogueiro fala mal de uma marca espontaneamente é porque teve uma experiência pessoal e pontual muuuito ruim e aí destila o veneno no seu diário virtual. Sei não. Pode ser que a real revolution venha na versão 2.0, mas eu não vou pagar pra ver. Se alguém for, me conta depois !
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